domingo, 10 de julho de 2011

Pachira aquatica Aubl.

 















Pachira aquatica Aubl.
Família: Malvaceae (antiga Bombacaceae)
Nomes populares: Monguba, mamorana, castanha-das-guianas, cacau-selvagem, falso-cacau, castanha-do-maranhão.
Origem: Guianas 
Ocorrência no Brasil:
Região Norte, em toda Amazônia, crescendo nos estuários da região Nordeste, principalmente no estado do Maranhão 
Localização no campus UFRRJ- Seropédica:
Vários indivíduos na lateral e no interior do prédio do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS), um indivíduo no Jardim Botânico, indivíduos no Colégio Técnico da Universidade Rural (CTUR)  e vários em frente ao restaurante universitário.

Árvore perenefólia, de copa densa e vistosa, podendo atingir de 6 a 14 metros de altura, com caule do tipo tronco, castanho-amarronzado, medindo de 50 a 100cm de diâmetro e raiz do tipo tabular. 
As folhas são compostas, digitadas, com 5 a 7 folíolos totalmente glabros, coriáceos, oblongos de 15 a 20cm de comprimento com- pulvínulos bem espessos e evidentes na base dos folíolos. 
As flores são grandes, com cerca de 10cm de comprimento, diclamídeas, gamossépalas, gamopétalas, bissexuadas e actinomorfas. Perfumadas, abrem-se a noite pois são adaptadas à polinização por morcegos.
O fruto é uma cápsula lenhosa, de textura aveludada, de coloração castanho escuro, simples e deiscente, com forma oblonga, ápice obtuso com aproximadamente 20 cm de comprimentolibera as sementes de forma explosiva, o que faz com que o fruto se destrua antes de chegar ao solo e danificar algo alocado no mesmo.
As sementes possuem coloração castanho clara inicialmente, mudando para tons mais escuros com o decorrer do tempo. Possuem forma oblonga a circular próprias para suportar altas umidades, podendo flutuar na água. São encontradas de 14 a 39 sementes/fruto, dispostas ao longo do eixo central do mesmo. A germinação é do tipo epígea com a permanência dos cotilédones na plântula até 45 dias após a germinação.

Usos: O tronco de madeira bastante leve é útil para a fabricação de fósforos e para a produção de cordas;
-As sementes são comestíveis e muito apreciadas pelas populações amazônicas das Guianas. Geralmente são consumidas diretamente, cruas, cozidas, assadas ou moídas, podendo substituir o café e o chocolate;
com alto teor oleaginoso, há estudos envolvendo as sementes da planta para a fabricação de cosméticos e como matéria prima na indústria de alimentos para consumo animal e humano; usada na arborização urbana de várias cidades do país.

Componentes:
Neilton dos Reis
Rafaelle Gonçalves
Renata Demétrio
Roberta Cunha

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Genipa americana L.

Genipa americana L.
Nome popular: “Jenipapo”   
Família: Rubiaceae


Originária da América Tropical e Índia Ocidental. É típica da região Centro-Oeste, embora apareça em todo o território brasileiro. Raiz subterrânea axial. Caule do tipo tronco, de coloração acizentada, pode atingir de 8 a 14m de altura e 40 a 60cm de diâmetro. Folhas simples, opostas, de 10 a 35cm de comprimento; possuem estípulas interpecioladas (característica da família Rubiaceae). Inflorescências do  tipo cimeira; flores diclamídeas, heteroclamídeas e de simetria actinomorfa.

Usos e Importâncias:

Tem tanto importância industrial quanto cultural principalmente o fruto usado na pintura dos        corpos de algumas tribos indígenas. Fruto pode ser ingerido in nature, doces, sucos e principalmente     em licores.  Importância ecológica para o repovoamento de animais. A madeira é de fácil manejo para esculturas e fabricação de móveis e para a construção civil. 
  
Localização:   
Próximo ao Hospital Veterinário e dentro do Jardim Botânico no campus da UFRRJ, Seropédica (RJ)

Componentes:
Caio G. Fortes
Daniel F. Silva
Juliana S.  Oliveira
Priscila de O. C. santos
Thamires B. Martins

Melaleuca leucadendron (L.) L.

Melaleuca leucadendron (L.) L.

Família: Myrtaceae.

Nomes Populares: “Melaleuca”; “Árvore-da-Bíblia”; “sete-capotes”; entre outros.

Origem: Austrália. 




Árvore perenifólia, d
e 10-15 m de altura. Ramos oblíquos formando copa elítica. Conhecida no campus como "Árvore-da-Bíblia" por apresentar Caule do tipo tronco, ereto com casca espessa escamando em lâminas envolventes, (visivelmente aparentando folhas finas de um livro). Folhas simples, de filotaxia alterna, de  3- 5 cm de comprimento, com pedicelo curto. Inflorescência em espiga cilíndrica de 5-6 cm de comprimento. Flores branco-amareladas, pequenas, ocorre a presença de nectário e possui ovário ínfero. Os Frutos são capsulados lenhosos, globosos, deiscentes, aderentes por muito tempo, com numerosas sementes. A Polinização é do tipo Miofilia – Mosca da Ordem Diptera , Família Syrphidaee e Melitofilia – Abelha da Ordem Hymenoptera e Família Apidae.



Usos: Árvore com características ornamentais notáveis, tanto pela forma de sua copa como pelo aspecto de seu tronco. Seus brotos, frutos, e folhas são utilizados na fabricação de um óleo com diversas propriedades medicinais como, analgésica, antisséptica, antibacteriana, antiespasmódica, antitérmica, entre outras.

Localização: No campus da UFRRJ, Seropédica (RJ), encontra-se apenas um exemplar situado próximo ao lago Açu, ou também conhecido como Lago do IA (Instituto de Agronomia).




Integrantes do Grupo:
Camila Campos
Drielly Queiroga
Jeferson Henrique
Priscyanne Siqueira
Tayane Martins

Sphatodea campanulata P. Beauv.


Espécie localizada no ICHS - Seropédica, UFRRJ

 Nomes populares: Espatódea, tulipeira-africana, bisnagueira.
Família: Bignoniaceae

Árvore tipicamente tropical. Porte médio, pode atingir até 24m de altura. Copa densa e rústica. Raiz subterrânea (axial). Caule do tipo tronco com a casca fina e suberosa. Folhas compostas, opostas, imparipinadas, chegando aos 50cm de comprimento. Inflorescências do tipo corimbo. Flores grandes, heteroclamídeas (corola vermelho-amarela e cálice verde) e hermafroditas.

Usos: Muito utilizada como planta ornamental. Flores e folhas são usadas no tratamento de algumas doenças.

Localização: Exemplares encontrados no Instituto de Floresta (IF), Colégio Técnico da Universidade Rural (CTUR) e Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS), UFRRJ, Seropédica, Rio de Janeiro.

Curiosidades: Possui um alcalóide que causa alucinações em seres humanos. Além da proteção química, a mucilagem da planta atua mecanicamente “sufocando” as abelhas. O cantor e compositor Nando Reis homenageou sua filha com a música de mesmo nome: "Espatódea".



Integrantes do Grupo
Bruno B. Cassiano
Gabriele S. dos Santos
Nathalia Vilela
Priscila  Siqueira

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Lophantera lactescens Duke - Lanterneira

  A Lophantera lactescens é uma espécie arbórea pertencente a família Malphighiaceae, conhecida vulgarmente como Lanterneira ou Lofântera-da-Amazônia. É uma espécie típica da região Amazônica em mata de Várzea Alta.
  Apresenta grande porte, podendo atingir de 10 a 20 metros de altura. Suas folhas são glabras, pecíoladas e a filotaxia  é oposta  cruzada com presença de estípulas.
  Sua inflorescência é do tipo cimosa com flores pentâmeras e de coloração amarela. Possui 3 estigmas e 10 estames.
  Sua polinização pela ação de abelhas solitárias de Centris trogonoides. A planta também é visitada por abelhas operárias de Tetragonisca angustula, que não a poliniza, porém se utiliza do óleo que a lanterneira produz.
  Utilidade
  Geralmente a madeira da lanterneira, é empregada para a construção civil, com vigas de ferro, caibro e para marcenaria e carpintaria. No Sudeste do país é bastante utilizada para a arborização urbana, pela sua beleza quando florida. Também indicado para plantios em áreas degradadas de preservação permanente.

  Ocorrência no Campus:
   Caminho para o Instituto de Veterinária no Campus de Seropédica da UFRRJ.


Integrantes do Grupo:
Amanda Creppe
Daniel de Aquino
Fernanda Monteiro
Larissa Costa